PCC sequestra, mata e enterra corpo após vítima transferir R$ 40 mil

PMGO prendeu cinco faccionados investigados por sequestrar o homem. Vítima foi mantida em cárcere privado e torturada antes de execução

Um homem (foto em destaque) foi sequestrado na segunda-feira (27/1) e mantido em cárcere privado por dois dias até ser morto em Goiânia. A vítima foi torturada e obrigada a realizar transações bancárias no total de R$ 40 mil por faccionados do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Segundo a Polícia Militar de Goiás (PMGO), os criminosos usaram o carro do homem para transportar o corpo dele. Depois, trocaram o veículo por drogas. Veja o vídeo abaixo:

Prisão dos faccionados

PMs do Comando de Missões Especiais (CME) prenderam cinco faccionados na madrugada desta quinta-feira (30/1).

Integrantes do Batalhão de Polícia Militar de Choque de Goiás (BPMChoque) e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Estado de Goiás (Ficco-GO) também apreenderam:

  • Duas porções de skunk;
  • Uma porção de droga sintética, conhecida como “icedrive”;
  • Uma balança de precisão.

Veja algumas imagens da vítima mantida em cárcere:

6 imagens

A vítima foi torturada e obrigada a realizar transações bancárias no total de R$ 40 mil por faccionados do PCC

Após a transferência, vítima foi morta e jogada em matagal
Criminosos trocaram carro de vítima por drogas
Comprovantes de depósitos da vítima para faccionados
Comprovantes de depósitos da vítima para faccionados

Rendido com faca

Os criminosos levaram os policiais militares até o local onde eles desovaram o corpo. Um dos faccionados contou ter rendido o homem com uma faca.

“Amarramos ele na cadeira, colocamos a corda no pescoço dele”, afirmou, acrescentando que o grupo manteve a vítima atada por um dia e meio, até terminar de transferir o dinheiro. Ele confessou que dispensou o cadáver em uma mata.

Veja depoimento dos faccionados e local onde eles jogaram o corpo:

Um outro criminoso reforçou, com certa frieza, que a mulher dele o ajudou no crime.

“Assassinamos a vítima, levamos para o mato e jogamos fora.”