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DF tem queda de homicídios, mas aumento de mortes com armas brancas

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DF tem queda de homicídios, mas aumento de mortes com armas brancas

A queda histórica do número de homicídios e o aumento de lesão corporal seguidas de morte com armas brancas foram os destaques do Primeiro Anuário da Segurança Pública do Distrito Federal, lançado nesta quarta-feira (18/6).

Segundo o secretário da pasta, Sandro Avelar, o DF chegou à menor taxa de homicídios em toda série histórica, iniciada em 1977.

“Em 2024, nós tivemos a menor média de homicídios a cada 100 mil habitantes. Foram 6.9 homicídios a cada 100 mil habitantes, quando a média do Brasil é superior a 20”, pontuou Avelar. De acordo com o secretário, a taxa no DF é semelhante à de países europeus.

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Por outro lado, o DF teve o aumento do número de casos de lesão corporal com morte envolvendo armas brancas. Segundo o anuário, em 2024 o DF registrou 207 homicídios. Deste total, 94 foram cometidos com arma branca. Ou seja, 45% do total de mortes.

“Tivemos a elevação dos números de lesão corporal seguida de morte, sobretudo com utilização de armas brancas. O que também nos permite identificar um novo perfil de crime. O que vai nos permitir nos dedicar a combater esse crime especificamente”, comentou.

Durante o lançamento do anuário, a deputada distrital Jane Klébia (MDB) destacou a necessidade do esforço contínuo na luta contra o feminicídio. A parlamentar relembrou que em 2025, o DF já registrou 12 casos.

Na avaliação de Avelar, o anuário é uma ferramenta para a adoção de uma política pública de segurança baseada em evidências, com dados de cada uma das regiões administrativas.

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