O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump confirmou, na rede Truth Social, que autoridades norte-americanas e chinesas vão se encontrar em Londres, na Inglaterra, nesta segunda-feira (9/6), pela terceira vez, para tratarem sobre acordo comercial, após o tarifaço norte-americano.
“Tenho o prazer de anunciar que o secretário do Tesouro, Scott Bessent, o secretário de Comércio, Howard Lutnick, e o representante comercial dos Estados Unidos, embaixador Jamieson Greer, se reunirão em Londres na segunda-feira, 9 de junho de 2025, com representantes da China, para tratar do acordo comercial. A reunião deverá ocorrer com grande sucesso”, escreveu Trump.
Leia também
-
Trump: “Gosto de Xi da China, mas ele é muito duro de fazer acordo”
-
Trump e Xi Jinping conversam sobre guerra comercial, diz mídia chinesa
-
Dólar despenca a R$ 5,58 após conversa entre Trump e Xi. Bolsa recua
-
EUA: Trump acusa China de violar “totalmente” a trégua tarifária
Nessa quinta-feira (5/6), Trump e o presidente da China, Xi Jinping, concluíram a primeira conversa formal desde que o rebublicano assumiu o segundo mandato presidencial. Segundo Trump, os líderes conversaram por uma hora e meia e discutiram o acordo comercial em negociação entre os países.
“Acabei de concluir uma excelente conversa telefônica com o presidente Xi, da China, discutindo algumas das complexidades do nosso acordo comercial recentemente firmado e aprovado. A conversa durou, aproximadamente, uma hora e meia e resultou em uma conclusão muito positiva para ambos os países”, destacou Trump.
No fim de semana de 14 e 15 de maio, autoridades dos Estados Unidos e chinesas se encontraram em Genebra, na Suíça, para tentar remediar a guerra comercial entre as duas nações. As duas maiores economias do mundo concordaram em reduzir tarifas sobre produtos importados por 90 dias.
O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, foram os responsáveis por anunciar que as tarifas norte-americanas sobre produtos chineses seriam reduzidas de 145% para 30%. Já a China divulgou que cortaria as tarifas gerais de 125% para 10%.
Em uma declaração conjunta, os dois lados se comprometeram a tomar essas medidas enquanto as negociações continuam em um “espírito de abertura mútua, comunicação contínua, cooperação e respeito mútuo”.