Ao lado de 11 ativistas, entre eles o o brasiliense Thiago Ávila, Greta Thunberg viaja até Gaza a bordo da embarcação Madleen, que precisou desviar a rota para resgatar refugiados que estavam no mar. A viagem até a Faixa de Gaza leva suprimentos aos palestinos.
O projeto, chamado Freedom Flotilla Coalition, tem como objetivos protestar contra o bloqueio de suprimentos à Faixa de Gaza, levar ajuda humanitária e atrair a atenção da comunidade internacional.
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Greta Thunberg viaja de navio até Gaza ao lado de ativista brasileiro
Porém, a Marinha israelense se prepara para bloquear a missão dos ativistas, segundo o jornal Times of Israel. Autoridades israelenses afirmaram que estão monitorando a rota do barco e que ele será interceptado pela Marinha caso se aproxime de Gaza.
Entrada de ajuda humanitária em Gaza
- Após bloquear a entrada de ajuda humanitária em Gaza, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, voltou atrás e suspendeu o bloqueio no enclave palestino em 19 de maio.
- Segundo o governo israelense, a medida visava pressionar o Hamas a entregar o restante dos reféns que ainda estão em Gaza.
- A medida agravou a crise humanitária em Gaza, e também fez com que a pressão internacional contra Benjamin Netanyahu aumentasse.
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Nas redes sociais, o projeto divulgou que recebeu um pedido de socorro retransmitido por um drone da Frontex, a Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeiras, o que levou a embarcação a desviar da rota até Gaza.
A tripulação respondeu ao chamado e entrou em contato com autoridades gregas e egípcias. Porém, segundo a Freedom Flotilla Coalition, ambas informaram que estavam longe demais para intervir e solicitaram que a embarcação prestasse o socorro.
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Greta Thunberg embarca em navio ao lado de 11 ativistas
Reprodução/Redes sociais
No total, 12 voluntários internacionais estão navegando com ajuda humanitária
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O projeto, chamado Freedom Flotilla Coalition, tem como objetivos protestar contra o bloqueio de suprimentos à Faixa de Gaza
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A embarcação recebeu o nome de Madleen
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O chamado de socorro foi feito por 40 refugiados do Sudão e, quando a embarcação dos ativistas se aproximou, um barco da guarda costeira da Líbia avançou. Para evitar ser levados pelas autoridades líbias, quatro pessoas pularam no mar e nadaram em direção ao barco de Maddlen.
De acordo com o organização, as autoridades da Líbia “retornariam à força os refugiados à Líbia, em violação ao direito internacional”.
A embarcação está no sexto dia de viagem para chegar até os palestinos. A tripulação do Madleen está em comunicação com ONGs de busca e resgate, além de tentar contatar autoridades da Grécia, Itália e Malta para ajudar os refugiados.