Ministra da Indonésia lamenta acidente de Juliana: “Que seja o último”

A ministra do Turismo da Indonésia, Widiyanti Putri Wardhana, lamentou a morte da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que caiu em uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia. Durante entrevista coletiva nessa quarta-feira (25/6), a ministra destacou que espera que o acidente com a jovem seja o último em pontos turísticos dos país. Equipes de resgate locais içaram o corpo de Juliana cinco dias depois do acidente.

“Esperamos sinceramente que este seja o último incidente. Nossa meta é atingir zero acidente em todos os destinos turísticos da Indonésia. Mesmo um único incidente pode impactar significativamente a imagem do nosso turismo aos olhos do mundo”, lamentou Widiyanti.

11 imagensManoel Marins e Juliana MarinsCorpo de brasileira é retirado de vulcão na Indonésia após 4 dias
O ator Yuri Marçal e Juliana MarinsJuliana MarinsJuliana Marins ao lado dos paisFechar modal.1 de 11

Juliana Marins posa, sorridente, durante um de seus passeios pela Ásia

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Manoel Marins e Juliana Marins

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Corpo de brasileira é retirado de vulcão na Indonésia após 4 dias

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O ator Yuri Marçal e Juliana Marins

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Juliana Marins

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Juliana Marins ao lado dos pais

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Juliana Marins

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Juliana Marins

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Juliana Marins

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Juliana Marins

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Widiyanti Putri Wardhana também se solidarizou com a família de Juliana, ressaltando que o governo local está em contato com a embaixada brasileira para fornecer informações precisas e transparentes. De acordo com a mídia local, o corpo de Juliana foi levado para um hospital para passar pelos devidos procedimentos legais.

Entenda o caso

  • Juliana Marins, de 26 anos, deslizou por uma vala enquanto fazia a trilha do vulcão Rinjani, em Lombok.
  • Ela viajou para fazer um mochilão pela Ásia e estava na trilha com outros turistas, que contrataram uma empresa de viagens da Indonésia para o passeio.
  • Após escorregar no caminho, ela só parou a uma distância de 300 metros de onde o grupo estava.
  • Informações preliminares indicavam que a brasileira teria recebido socorro; a família, porém, desmentiu esses rumores. Juliana aguardava resgate há quatro dias.
  • Por meio das redes sociais, a família da jovem confirmou que o salvamento foi interrompido na segunda-feira (23/6) por conta das condições climáticas na região.
  • Na terça (24/6), Juliana foi encontrada morta.

O governo brasileiro não custeará o traslado do corpo de Juliana, pois esse tipo de despesa não está previsto legalmente ou na base orçamentária brasileira, segundo confirmou o Itamaraty ao Metrópoles nesta quarta-feira (25/6).

“Não há base legal nem dotação orçamentária para o Estado custear traslados”, reforçou a pasta. As despesas de repatriação do corpo de Juliana devem ficar por conta da família.

O Decreto nº 9.199/2017 estabelece que a assistência consular não inclui o pagamento de despesas com sepultamento e traslado de corpos de brasileiros falecidos no exterior, nem despesas com hospitalização, exceto em casos médicos específicos e atendimento emergencial de caráter humanitário.

No entanto, o ex-jogador de futebol Alexandre Pato se sensibilizou com a história de Juliana Marins e se prontificou a arcar com todos os custos necessários para que a família consiga trazer o corpo da jovem de volta ao Brasil.