Um protesto de professores em greve teve confusão em frente à sede da Secretaria de Educação do Distrito Federal, na manhã desta terça-feira (3/6). Os educadores entraram em greve na segunda (2/6).
Segundo o Sindicato dos Professores do DF (Sinpro-DF), a manifestação no Shopping ID, na Asa Norte, começou de maneira pacífica, mas os servidores públicos teriam sido recebidos com jatos de spray de pimenta por seguranças da pasta.
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O Shopping ID fechou as portas e impediu a entrada de manifestantes e da imprensa nas dependências do prédio
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Altos-falantes foram utilizados pelos manifestantes
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Educadores protestam com cartazes
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Educadores protestam com cartazes
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Professores se mobilizaram em frente à Secretaria de Educação, próximo ao Shopping ID
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Hoje é o segundo dia da greve decidida pelo Sinpro
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Segundo o Sindicato dos Professores do DF (Sinpro-DF), a manifestação no Shopping ID, na Asa Norte, começou de maneira pacífica, mas os servidores públicos teriam sido recebidos com jatos de spray de pimenta por seguranças da pasta
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Os educadores entraram em greve na segunda (2/6)
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Um protesto de professores em greve teve confusão em frente à sede da Secretaria de Educação do Distrito Federal, na manhã desta terça-feira (3/6)
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“Os professores vieram em um protesto pacífico para o governo reabrir as negociações para o fim da greve, mas fomos recebidos com truculência e gás de pimenta”, afirmou Samuel Fernandes, diretor do Sinpro-DF.
Conforme o relato de sindicalistas, diversos professores e professoras passaram mal. O Shopping ID fechou as portas e impede a entrada de manifestantes e da imprensa nas dependências do prédio.
“Viemos para chamar a atenção da pessoa mais interessada em resolver o problema da educação, a secretária e professora da rede pública Hélvia Paranaguá. É uma manifestação pacífica para mostrar que a nossa greve é legítima e a educação precisa ser colocada no orçamento do Distrito Federal”, pontuou Márcia Gilda, diretora do Sinpro-DF.
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O Metrópoles entrou em contato com a Secretaria de Educação sobre o episódio. O espaço segue aberto para manifestações.
Segundo Rodrigo Rodrigues, presidente da Central Única dos Trabalhadores do DF (CUT-DF), o shopping teria fechado as portas após o começo do protesto. Professores manifestantes teriam ficado presos no prédio.
A Polícia Militar (PMDF) foi chamada para o local. Segundo a corporação, a manifestação tem participação de aproximadamente 100 pessoas.