O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou na reunião que teve com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nessa terça-feira (9/7), defendeu a libertação dos israelenses sequestrados pelo grupo Hamas, “vivos ou mortos”.
“Nos concentramos nos esforços para libertar nossos sequestrados. Não desistimos disso nem por um momento e isso é possível graças à pressão militar exercida por nossos corajosos soldados”, alegou Netanyahu.
Ele também se reuniu com o vice-presidente dos EUA, James David Vance.
Encontro
- O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, voltou a falar em expulsar palestinos da Faixa de Gaza. A ameaça aconteceu nessa segunda-feira (7/7), durante encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
- O encontro aconteceu em meio às negociações do cessar-fogo entre Israel e Hamas, com mediadores dos EUA e egipcios.
- Netanyahu entregou uma carta para Trump, firmando que recomendou o nome do líder norte-americano para o comitê que escolhe o vencedor do Prêmio Nobel da Paz.
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Segundo Netanyahu, o país está focado em libertar os israelenses sequestrados pelo Hamas no dia 7 de outubro de 2023, quando o grupo atacou Israel.
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Trump exige fim do julgamento de Netanyahu: “Uma caça às bruxas”
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Donald Trump e Benjamin Netanyahu
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Reunião entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu
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Centenas morreram em ataque contra festa rave em Israel no dia 7 de outubro de 2023
Reprodução/ X
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Hamas devolverá a Israel corpos de 4 reféns mortos em cativeiro
Dawoud Abo Alkas/Anadolu via Getty Images
“Estamos determinados a alcançar todos os nossos objetivos: a libertação de todos os nossos sequestrados — vivos e mortos —, a eliminação das capacidades militares e governamentais do Hamas e, com isso, garantir que Gaza não represente mais uma ameaça para Israel”, divulgou Netanyahu no Telegram.
O ministro também alega que, na reunião com Trump, foram discutidas “as possibilidades da grande vitória que alcançamos sobre o Irã”.
“Estão se abrindo oportunidades para expandir o círculo da paz, para ampliar os Acordos de Abraão. Estamos trabalhando nisso com total empenho”, afirmou o ministro ao citar o Irã.