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Influencer Gato Preto é preso após acidente com Porsche em São Paulo

Por Brasil Direto

O influencer Samuel Sant’anna, conhecido como Gato Preto, foi detido nesta quarta-feira após se envolver em um acidente com seu Porsche na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo. A Polícia Militar confirmou a prisão, mas não especificou os motivos. Segundo a assessoria da corporação, a detenção ocorreu por volta das 10h, no bairro do Tremembé, na Zona Norte da capital, algumas horas após a batida.

A namorada de Gato Preto, a também influenciadora Bia Miranda, estava no veículo durante o acidente. De acordo com relatos, o Porsche avançou um semáforo vermelho na interseção da Faria Lima com a Rua Elvira Ferraz, atingindo um Hyundai HB20, e em seguida colidiu contra um poste de semáforo, derrubando-o. O incidente ocorreu por volta das 6h30 da manhã.

O motorista do outro veículo afirmou que o Porsche desrespeitou o sinal vermelho, e seu filho sofreu um ferimento na cabeça ao bater no airbag, sendo encaminhado a um pronto-socorro. Quando a polícia chegou, o condutor do Porsche já havia deixado o local, impossibilitando a realização do teste do bafômetro.

Nas redes sociais, Gato Preto compartilhou imagens da mãe ferida e confirmou ter sofrido o acidente, relatando a situação de dentro de um carro de aplicativo. Antes do episódio, tanto ele quanto Bia haviam postado vídeos de uma balada em São Paulo, exibindo bebidas alcoólicas e cigarros, incluindo uma gravação de Bia fumando no banco do passageiro com outras pessoas ao redor do carro.

Além do acidente, o casal já havia sido alvo de investigação policial. No dia 7 de agosto, eles participaram da operação Desfortuna, deflagrada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro para apurar a promoção ilegal de jogos de azar online, suspeita de lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa. Na ação, foram cumpridos 31 mandados de busca e apreensão no Rio, em São Paulo e em Minas Gerais, e 15 dos investigados eram influenciadores digitais. Segundo a polícia, eles utilizavam redes sociais para divulgar atividades de jogos de azar ilegais.

Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) indicaram movimentações bancárias suspeitas envolvendo o grupo, que ultrapassam R$ 4 bilhões, reforçando a suspeita de crime financeiro associado à promoção de jogos de apostas online.

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