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Menor sobre morte de vascaíno: “Tava na lombra, fui no embalo”. Áudio

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Menor sobre morte de vascaíno: “Tava na lombra, fui no embalo”. Áudio

Após a morte do torcedor vascaíno Eumar Vaz, 34 anos (foto em destaque), um dos envolvidos no ataque, menor de idade, enviou um áudio dizendo: “Não sei de nada, mano. Eu tava só na lombra e fui no embalo, mano. Eu levei um box e ceguei, mano”.

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Entenda o caso:

Dentro do ônibus, um dos flamenguistas teria gritado: “O Flamengo não ganhou, temos que bater em alguém”. Algumas paradas após o grupo embarcar, Eumar teria entrado no ônibus sem camisa; o motorista solicitou que o passageiro se vestisse, e o vascaíno atendeu ao pedido, colocando, então, uma vestimenta do Vasco.

Segundo o testemunho do motorista, ao perceberem a presença do vascaíno, os agressores gritaram repetidamente para que ele tirasse a camisa. Após a recusa de Eumar, a situação escalou para uma briga, com troca de socos. Naquele momento, o ônibus parou e, assim que as portas se abriram, os agressores que estavam na parte traseira desembarcaram e se dirigiram para a frente, com a intenção de agredir o vascaíno.

Assista ao vídeo do momento da agressão:

3 imagensRapaz tocava na bateria da torcida nos dias de jogos do cruzmaltinoEumar Vaz, 34 anosFechar modal.1 de 3

Eumar Vaz, 34 anos

Reprodução/Facebook2 de 3

Rapaz tocava na bateria da torcida nos dias de jogos do cruzmaltino

Reprodução/Instagram3 de 3

Eumar Vaz, 34 anos

Redes sociais/Reprodução

O motorista tentou defender o vascaíno, mas foi puxado pela camisa e afastado pelos flamenguistas. Ele desceu do ônibus e começou a gritar, pedindo aos agressores que parassem e também clamando por socorro.

Após cessarem as agressões, o motorista retornou ao veículo e tirou o ônibus do local, pois o grupo do Flamengo estava nas proximidades. Eumar teria começado a piorar, aparentava um olhar longe e tinha baba com sangue pela boca. Ele foi socorrido e encaminhado ao hospital pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), mas não resistiu.

A Polícia Civil do Distrito Federal, por meio da 27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas) investiga o caso.

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