O Reino Unido prepara sua maior operação de segurança desde a coroação do rei Charles III, em 2023, para a aguardada visita de estado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Sua chegada está marcada para a noite de terça-feira (16), seguida no dia seguinte por eventos públicos com a família real no Castelo de Windsor.
Embora esquemas intensificados de segurança sejam comuns em visitas de estado, autoridades britânicas decidiram reforçar ainda mais os protocolos por causa de ameaças recentes, como o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk nos EUA e o atentado sofrido por Trump no exterior no ano anterior.
O plano de proteção inclui uso de atiradores de elite, patrulhas náuticas no rio Tâmisa, ampliação da atuação de drones e helicópteros policiais, além de agentes armados deslocados de toda Inglaterra e País de Gales para reforçar as equipes locais em Londres e Windsor, durante os três dias da visita.
Há restrições do espaço aéreo sobre Windsor e áreas próximas, que começam antes mesmo da chegada de Trump. Drones civis e aeronaves pequenas serão barrados no perímetro definido.
As forças policiais da região do rio Tâmisa aumentaram a vigilância, implementaram patrulhas incrementadas e colocaram em ação unidades especiais, tanto visíveis quanto discretas. A coordenação envolve várias agências, inclusive o Serviço Secreto dos EUA, para assegurar cobertura completa em solo, céu e água.