Ícone do site Brasil Direto Notícias

“Pode chamar o papa”, disse advogado ao negar pagamento a prostitutas

Por

“pode-chamar-o-papa”,-disse-advogado-ao-negar-pagamento-a-prostitutas

“Pode chamar o papa”, disse advogado ao negar pagamento a prostitutas

O desentendimento envolvendo o advogado Hans Weberling, apurado pela 5ª Delegacia de Polícia (Área Central), começou após ele conhecer duas mulheres em uma churrascaria no Setor de Clubes Sul (DF). Ao se recusar a pagar o valor de R$ 10 mil pelo encontro estendido com as duas, ele teria ironizado durante a discussão sobre o pagamento: “Pode chamar até o Papa que eu não vou pagar.”

Entenda o caso:

Proposta indecente

Em depoimento, uma das mulheres afirmou ter deixado claro que “não se relacionava sexualmente com clientes ou conhecidos”. Porém, diante da insistência e do clima de sedução, ela teria imposto uma condição para que a noite continuasse: R$ 5 mil para cada uma, totalizando R$ 10 mil.

Leia também

Luxúria na Península

Com o suposto acordo definido, o trio deixou o restaurante e seguiu para o escritório de advocacia de Hans, localizado na Península dos Ministros, no Lago Sul — uma das áreas mais nobres do país, endereço de autoridades e grandes fortunas.

Após a relação, ao cobrar o valor combinado, as mulheres afirmaram que o advogado mudou de postura e disse que só pagaria no dia seguinte. Sentindo-se enganadas, elas responderam com a máxima conhecida no meio: “Programa não é fiado.”

“Chama o Papa”

A discussão rapidamente se intensificou dentro do escritório. Pressionado, Hans teria ironizado a situação ao afirmar: “Pode chamar até o Papa que eu não vou pagar.” A frase consta no registro policial.

Na delegacia, o advogado disse que já conhecia as mulheres e que a ida ao escritório foi apenas uma continuação natural da confraternização na churrascaria. Negou, ainda, qualquer acordo financeiro prévio — especialmente com a segunda mulher — e sustentou que o ménage ocorreu de forma “totalmente espontânea”.

A coluna Na Mira tentou contato com Hans Weberling, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. O espaço permanece aberto para eventuais manifestações.

Sair da versão mobile