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Bomba em Brasília: supostos vídeos íntimos colocam políticos em pânico

Por Brasil Direto

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Vorcaro mantinha estrutura de intimidação de pessoas, cita ministro

Informações que passaram a circular nos bastidores políticos de Brasília ao longo do último fim de semana apontam para a existência de supostos vídeos íntimos envolvendo festas privadas atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo relatos divulgados na imprensa, esse material estaria armazenado na sala-cofre da CPMI do INSS, após ter sido encaminhado pela Polícia Federal.

Conforme noticiado pela revista Fórum, o conteúdo teria causado forte apreensão entre integrantes influentes do Centrão e também ligados ao bolsonarismo. As gravações e imagens mostrariam participantes em situações comprometedoras. A publicação ainda sugere que o banqueiro teria organizado um tipo de “arquivo sensível”, que poderia ser usado como instrumento de pressão contra autoridades e políticos.

De acordo com fontes ouvidas pela reportagem, o acervo reuniria dezenas de vídeos e fotografias. Um dos relatos aponta que um ex-ministro do governo de Jair Bolsonaro teria entrado em desespero ao saber do material, chegando a telefonar para membros da comissão em busca de apoio. Segundo a fonte, ele afirmou estar muito preocupado, dizendo “que ama muito a mulher e fez coisas que se arrepende”.

O jornalista Renato Rovai também mencionou que “um dos senadores que teve um papel de destaque no governo Bolsonaro aparece de sunga, em poses sensuais, por trás de uma modelo loira” em uma das gravações.

Ainda conforme a Fórum, a chegada de um novo lote de dados ligados a Vorcaro — entregue pela Polícia Federal à CPMI na noite da última sexta-feira (13) — intensificou a movimentação nos bastidores. Parlamentares e figuras políticas teriam feito diversos contatos com integrantes da comissão, solicitando que conteúdos de natureza íntima fossem desconsiderados.

Diante da repercussão, relatos indicam que houve pressão para que o sigilo sobre essa nova remessa de informações fosse flexibilizado. Entre os nomes que teriam aparecido em uma suposta lista de contatos do banqueiro estão os de Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira.

Após a divulgação dessas informações, o ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, determinou sigilo sobre a investigação relacionada ao caso do Banco Master. A decisão também restringe o acesso dos próprios parlamentares da comissão ao material, sob a justificativa de “preservar a vida privada dos investigados”.

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