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Beiçola abre o jogo sobre vida íntima e agita as redes sociais

Por Brasil Direto

Dias após comentar sobre incômodos com a convivência e o barulho no Retiro dos Artistas — onde reside desde abril de 2025 em uma casa custeada por Marieta Severo — o ator Marcos Oliveira, de 69 anos, voltou a repercutir nas redes sociais ao relembrar episódios de sua vida pessoal.

Famoso por interpretar o personagem Beiçola na série A Grande Família (2001–2014), o artista falou abertamente sobre experiências vividas na juventude, descrevendo um período marcado por intensidade e liberdade. “Já dei muito, graças a Deus. Dei e recebi da mesma forma”, afirmou ao recordar o passado.

Durante participação no podcast Papagaio Falante, apresentado por Sérgio Mallandro e Renato Rabelo, nesta terça-feira (31), ele detalhou situações que vivenciou. “Fui muito levado, fiz muitas travessuras, a 300 quilômetros por hora, cara. Fiz ménage à trois [sexo a três], ménage à quatre [a quatro], a sete… sete pessoas, homem, mulher…”, contou, ressaltando que, na época, havia menos barreiras sociais.

O ator também avaliou mudanças no comportamento ao longo dos anos. “Não tinha tempo ruim, porque hoje em dia… [risos] o mundo encaretou. Tenho muitos riscos hoje em dia. As pessoas eram mais leves, então pintava um lance, acontecia e acabava”, disse. Em tom bem-humorado, acrescentou: “Hoje, se pintou o lance e você fizer, está no dia seguinte no Instagram de não sei quem. Instagram, câmeras… se você ajoelhar e rezar o Pai-Nosso, vão achar que você está fazendo outra coisa”.

Além das lembranças, Marcos Oliveira abordou questões de saúde que impactam sua vida íntima atualmente. “Meu mundo caiu, estou com problema aqui embaixo, com fístula, ainda com colostomia; às vezes dói. Nesta vida, não vai mais”, lamentou.

Apesar das limitações, ele destacou que o desejo permanece. “Sexo faz parte da vida. É como comer, beber, viver, porque mistura sexualidade com afetividade. Claro que não vou fazer sexo com quem me odeia ou com quem eu odeio, mas, na base do sexo, pode acontecer tudo -ali você expõe sua persona. Tesão a gente nunca perde. A coisa fica na cabeça, mas o físico não acontece”, concluiu.

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