A ministra Cármen Lúcia decidiu encerrar antes do previsto sua passagem pela presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A saída, inicialmente marcada para o início de julho, foi antecipada com o objetivo de facilitar a transição no comando da Corte.
Com a mudança, a escolha do novo presidente já tem data: a eleição simbólica que deve confirmar o ministro Kassio Nunes Marques no cargo está marcada para o próximo dia 14. A posse está prevista para ocorrer em maio.
Ao explicar a decisão, Cármen Lúcia destacou que a antecipação permitirá que o sucessor tenha mais tempo para se preparar para as eleições gerais de outubro. Caso permanecesse até o fim do mandato, Kassio assumiria com um intervalo reduzido — cerca de cem dias — até o pleito.
“Decidi que, em vez de deixar para o último dia, a sucessão deste tribunal se inicie antes, com os procedimentos para a eleição dos novos dirigentes e o processo de transição”, afirmou.
A ministra também ressaltou que a medida busca garantir uma troca de comando mais organizada e sem turbulências. “garantir o equilíbrio e a tranquilidade na passagem das funções”.
Na nova composição da presidência do TSE, o ministro André Mendonça deverá assumir como vice.