O Honda Fit saiu de linha no Brasil em 2021, mas seguiu vivo em outros mercados em uma nova geração. Já são mais de duas décadas de história e 9 milhões de unidades comercializadas em todo globo. Agora, em sua quarta geração, o modelo chama atenção por ganhar um visual polêmico e que o afasta de suas origens.

Em janeiro de 2026, a GAC Honda lançou o novo Fit reestilizado com preço de 66.800 yuans, ou R$ 51.462 em conversão direta. Trata-se de uma edição limitada de 3.000 unidades.

O visual com linhas geométricas, faróis afilados conectados por uma barra horizontal, tendo as luzes principais em peças separadas, e entradas de ar inferiores maiores, faz-se entender a proposta do modelo: o mercado chinês. Essa é uma tendência de design amplamente aplicada na China, onde nasce a reestilização.
O carro é maior se comparado ao último modelo comercializado por aqui: agora são 4,17 metros de comprimento, 1,69 m de largura, 1,54 m de altura e 2,53 m de entre-eixos – contra os 4,10 m de comprimento, 1,69 m de largura, 1,54 m de altura e 2,53 m de entre-eixos. Ele é equipado com rodas aro 15, calçadas com pneus 185/60.

Por dentro, onde o layout de um legítimo Honda é mantido, há uma tela de 7 polegadas para o quadro de instrumentos e outra de 10,1 polegadas para o multimídia. O interior tem bancos de tecido e sistema de som com dois alto-falantes. Outro detalhe é que a Honda não confirmou se os versáteis bancos “Magic Seats” estão incluídos.
O motor é o 1.5 de quatro cilindros de 123 cv de potência e 14,8 kgfm de torque, combinado a um câmbio automático do tipo CVT. Ele pode percorrer mais de 700 quilômetros com um único tanque de gasolina, segundo a marca.

A Honda não deixou claro se essas mudanças no design chegarão ao Jazz, como é conhecido na Europa, ou ao Fit japonês. No site da Honda no Japão, o modelo permanece o mesmo, sem mudanças. Pode ser que esse novo visual seja exclusivo para a China.